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As 3 melhores opções de blush e como usar cada uma sem errar a mão

As 3 melhores opções de blush. Tem gente que troca de base, corretivo e até de sobrancelha com facilidade, mas trava na hora de escolher blush. Faz sentido: a textura muda completamente o resultado final, e o mesmo tom de rosa pode ficar impecável em pó e horrível em bastão, dependendo do tipo de pele. Antes de sair comprando pela cor da embalagem, vale entender as três texturas que realmente fazem diferença no resultado — líquido, em bastão e em pó — e como aplicar cada uma sem deixar aquela mancha desenhada no rosto.

Essa confusão costuma acontecer porque a maioria dos vídeos e postagens sobre o assunto trata blush como se fosse um produto só, comparando cores e marcas sem nunca explicar por que a mesma paleta funciona de um jeito em uma pele e de outro completamente diferente em outra. Entender a lógica por trás de cada textura evita comprar errado e, principalmente, evita culpar o produto quando o problema está na aplicação.

1. Blush em bastão (cream stick)

Essa é a textura que mais cresceu nas prateleiras nos últimos anos, e não à toa: o formato em bastão é prático, viaja bem na necessaire e costuma dar aquele efeito de pele corada por dentro, tipo quem acabou de voltar de uma caminhada. Marcas como Vult e Bruna Tavares têm versões bem acessíveis nesse formato, e quem prefere algo mais premium encontra em linhas como a Glossier.

Blush Cremoso Stick Dreamy Cheeks Linha Rosa Ruby Rose – Disponível aqui

O blush em bastão funciona melhor em peles secas ou normais, porque a fórmula cremosa se funde com a pele e evita aquele aspecto ressecado que blush em pó costuma deixar em quem tem a pele mais desidratada. Para peles oleosas, ele também pode funcionar, mas exige um primer ou uma base em pó por cima para durar até o fim do dia sem “escorregar”.

A aplicação certa começa com pouco produto: passe duas ou três riscadas pequenas na maçã do rosto, sorrindo para encontrar o ponto mais alto e carnudo da bochecha, e espalhe com a ponta dos dedos usando batidinhas leves, nunca arrastando. O calor da pele ajuda a fundir o produto, e é justamente essa mistura com os dedos que dá aquele acabamento natural que pincel nenhum reproduz com a mesma facilidade. Quem preferir um resultado mais uniforme pode usar uma esponja levemente úmida para esbater as bordas, mas cuidado para não remover produto demais — é fácil exagerar na esponja e acabar sem quase nada de cor no rosto.

2. Blush líquido

Se o bastão é sobre praticidade, o blush líquido é sobre efeito “pele iluminada de dentro para fora”. A textura é mais fluida, geralmente vem em um frasco com conta-gotas ou aplicador tipo esmalte, e o resultado costuma ser mais translúcido e brilhante do que o do bastão. Rare Beauty Soft Pinch popularizou esse formato nos últimos anos, mas marcas nacionais como Bruna Tavares e Eudora também lançaram versões próprias que custam bem menos e entregam resultado parecido.

Blush Líquido Rare Beauty Biss/Hope 7.5ML – Disponível aqui

A grande vantagem do blush líquido é a durabilidade em peles secas a normais e o fato de poder ser usado tanto por cima quanto por baixo da base, dependendo do efeito que se quer. Aplicado antes da base, ele “veste” a pele de dentro, criando aquele rosado sutil que aparece por baixo do restante da maquiagem. Aplicado depois, o efeito fica mais visível e imediato.

A técnica muda bastante em relação ao bastão: aqui, menos é sempre mais. Uma gota já é suficiente para o rosto inteiro — pingue na maçã do rosto e espalhe rapidamente com os dedos ou com uma esponja, porque a fórmula líquida seca rápido e, se você demorar para esbater, fica irregular. Quem tem pele oleosa costuma ter dificuldade com esse formato porque a durabilidade cai bastante ao longo do dia; nesse caso, vale selar com uma leve camada de pó translúcido só na região da bochecha, sem tirar o brilho natural do produto.

3. Blush em pó

O clássico que nunca sai de moda, e por um motivo simples: é o mais fácil de controlar, o mais fácil de corrigir se errar a mão e o que dura mais tempo em peles oleosas ou mistas. Marcas de todas as faixas de preço têm boas opções — de Ruby Rose e Vult até NARS e Boca Rosa Beauty, cada uma com uma paleta de tons e acabamentos diferentes, do fosco ao levemente iluminado.

NARS Blush 3.5g – Disponível aqui

A textura em pó é a mais versátil entre as três porque permite construir a intensidade aos poucos, camada sobre camada, sem correr tanto risco de exagerar de uma vez. É também a opção mais indicada para quem tem a pele oleosa ou vive em cidade quente, já que segura melhor ao longo do dia sem “derreter” com o calor.

A aplicação ideal usa um pincel fofo, do tipo chamado de “blush brush”, batendo o excesso de produto nas costas da mão antes de levar ao rosto — esse passo evita a mancha concentrada que aparece quando o pincel está carregado demais. O movimento certo é de fora para dentro, começando na lateral da orelha e indo em direção à maçã do rosto, sempre em círculos leves. Isso ajuda a esfumar naturalmente as bordas sem precisar de outro produto para corrigir. Para quem também usa iluminador, a ordem certa é blush primeiro, iluminador depois, aplicado só no topo da maçã do rosto para não misturar os dois produtos e perder a definição de cada um.

Onde aplicar o blush de acordo com o formato do rosto

Além da textura, o lugar exato onde o blush é aplicado muda bastante o efeito final, e isso vale para as três opções acima. Rosto redondo costuma se beneficiar de uma aplicação mais diagonal, puxando o blush em direção às têmporas, o que ajuda a alongar visualmente as feições. Rosto alongado, ao contrário, funciona melhor com o blush aplicado bem na maçã do rosto, de forma mais horizontal, evitando puxar demais para cima, o que deixaria o rosto com aparência ainda mais comprida. Já rosto quadrado costuma ganhar suavidade com blush aplicado em movimento circular, focado na parte mais alta e arredondada da bochecha, amenizando o ângulo mais marcado da mandíbula.

As 3 melhores opções de blush – Imagem: Universo Salon Line

Independentemente do formato do rosto, um erro comum é aplicar o blush baixo demais, próximo à linha do maxilar. Isso costuma deixar o rosto com aspecto mais cansado ou “caído”, em vez do efeito saudável que o produto deveria dar. O ponto de referência mais seguro continua sendo sorrir e mirar exatamente na parte mais alta e carnuda da bochecha, ajustando depois para cima ou para os lados conforme o formato do rosto.

Como escolher entre as três texturas

Não existe uma resposta única sobre qual blush é “o melhor” — a escolha depende muito mais do tipo de pele e da rotina de quem vai usar do que da marca ou do preço. Para peles secas que buscam efeito natural e prático no dia a dia, o bastão costuma ser o mais fácil de acertar. Para quem quer aquele efeito de pele saudável e iluminada, sem parecer maquiada, o líquido é o mais indicado, principalmente em peles normais a secas. Já para quem tem pele oleosa, vive correndo contra o tempo em dias quentes ou simplesmente prefere um resultado que dure a rotina inteira sem retoque, o pó continua sendo a aposta mais segura.

Vale lembrar também que nada impede combinar as três: muita gente usa um blush líquido por baixo da base para dar cor de fundo e depois retoca com um blush em pó por cima ao longo do dia, sem perder a durabilidade nem o efeito natural do início. O importante é testar a textura na própria pele antes de decidir — o que funciona bem no pulso na hora da compra nem sempre se comporta da mesma forma depois de algumas horas no rosto.

As 3 melhores opções de blush – Imagem do topo: Área de Mulher R7

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